Discutir o Sporting, debater ideias, apontar novos caminhos...
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Oportunismo, incoerência..."incompetência"
Escrevo-vos estando fora do nosso "cantinho" à beira-mar plantado, longe da vista, mas perto do coração do nosso Sporting, durante o dia de ontem li entrevistas e comentários de pseudo-ilumindados, que se socorreram da sua agenda de "aflitinhos" para virem criticar a gestão do clube, isto após a mudança de treinador e três resultados positivos, oportunismo puro, usando da estratégia bacoca do "não estamos a criticar após maus resultados".
Numa altura em que é necessária a união entre todos os sportinguistas, em que estamos a entrar numa fase decisiva da época, em que o clube e a equipa de futebol se tentam reerguer, eis que aparecem os agitadores, mas não se equivoquem, eles não o fazem por altruísmo, paixão ao Sporting, aparecem para tentar ganhar créditos futuros, por politiquices.
Vêem o Sporting Clube de Portugal como uma empresa, como as empresas que lideram, pensando e agindo como se, chegados ao nosso clube, tudo fosse virar cor-de-rosa, mas tudo isso não passa de mera ambição pessoal, política e de busca de maior estatuto, maior do que aquele que hoje granjeam na vida pública portuguesa e no sportinguismo.
A incoerência é tanta, que numa fase em que se entrou num momento de pacificação interna e alguma esperança dos sportinguistas, o timing para tal intervenção soa a manobra descompassada, amadora e pouco, muito pouco profissional, nada que cause estranheza, são tais iluminados que ficaram em 4º lugar nas últimas eleições, com menos de 10% dos votos, e com um programa/projecto que era um mar de nada.
E explico porque era um mar de nada, simplesmente porque assentava na Comunicação, coisa importante mas que alguns querem "endeusar", com o objectivo de atingirem determinados cargos (Direcção de Comunicação ou Vice-Presidência para o Marketing e Comunicação), na garantia detida sobre o passe de Daniel Carriço e na reactivação do Fundo do BES (já existente), e nada mais.
Vivem reféns da incapacidade para gerar cinergias, criar projecto, fazer passar a mensagem, de reunir um grupo de pessoas competentes para liderar o nosso clube, ao invés de uma dúzia de "engomadinhos" das "melhores" Universidades privadas, que da vida sabem pouco e do Sporting muito menos, sem experiência a nível do associativismo, do desporto em geral e do futebol em particular.
Se aquele que ficou em 2º lugar no último acto eleitoral não seria benéfico ao Sporting (é essa a minha opinião e de uma maioria dos sportinguistas), esta facção então, muito menos...ela não é mais que um conjunto de "tios" e candidatos a "tios", incapazes de entenderem o meio em que ambicionam entrar, os sportinguistas sabem-no, como já o souberam em Março último, a "incompetência" não pode passar...e não passará.
PS- Pedro Baltazar, pessoa pela qual até nutro simpatia, será neste momento mais "vítima" do que "réu", fruto da actuação de determinado "megafone", que tudo critica, mas que hoje, e passados todos estes meses, não contribuiu com uma única ideia para possível implementação...um "no brainer" portanto.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Scouting e Mikhail Prokhorov
Scouting
Os tempos do futebol moderno são, sem margem para dúvidas, iguais aos da Sociedade actual, rápidos, implacáveis, onde só os mais fortes, os mais aptos, os mais eficazes "sobrevivem", onde ver mais além, com maior antecedência, é chave para o sucesso, permanente, ganhador, acima de tudo consistente.
Há muito que sou defensor de um modelo diferente de Scouting para o Sporting, mais extenso, menos redundante, mais profissional e eficaz, isto sem colocar em causa quem trabalha nessa área da SAD, pois acho que têm feito um excelente trabalho, em contra-ciclo com os últimos quatro ou cinco anos, onde se cometeram erros inqualificáveis.
É necessário fazer mais e melhor, as dificuldades financeiras do nosso clube assim o exigem, "comprar" melhor, mais barato, e com mais eficiência, pois falhar contratações com assiduidade (como num passado recente) é erro que se pagará caro, a nível desportivo e financeiro, o Sporting não se pode dar mais ao luxo de correr tais riscos.
O modelo que preconizo assenta em linhas claras e já hoje regra nos maiores clubes europeus, Carlos Freitas como Director desportivo, Paulo Menezes como Head scouter e quatro Pro scouters (dois para o Continente europeu, um para as Américas e outro para África, Ásia e Oceania), a trabalharem em completa independência, sem trocarem informações entre si, só reportando aos dois primeiros.
Mais, aos Pro scouters deveria ser dada a legitimidade de fazerem recomendações de jogadores, por sua conta e risco, para análise decisória, ou seja, serem membros pro-activos e participantes no possível recrutamento de novos jogadores, ao invés de serem somente meros analistas de base de dados e observadores, que se limitam a elaborar relatórios.
Entendo que esse seria, sem margem para dúvidas, o modelo a seguir e implementar o mais rapidamente possível no Sporting, e como exemplo dou os casos de CSKA Moscovo, Nápoles, Dortmund, Udinese, Schalke 04 ou Shakhtar Donetsk, onde o Scouting seguiu esse caminho, com comprovado sucesso, desportivo e financeiro.
Entendo também, por questões de gestão e eficiência, que o nosso clube se deveria manter isento em relação a agentes e empresários de jogadores, não dando tratamento especial a nenhum deles, ou sequer preferência, pois tal postura limita uma actuação mais abrangente e eficaz no Mercado de Transferências.
Há pois fórmulas para melhorar, sempre, o que já é bom, mas que se pode tornar melhor, é um acto de reformulação/reestruturação que exige planeamento, saber, e claro mais algum investimento, mas os exemplos existentes confirmam que é possível, investindo um pouco mais, ganhar muito mais, é pois necessário reflectir sobre o assunto e avançar com a ideia.
Mikhail Prokhorov
A imprensa nacional dá conta do interesse de Mikhail Prokhorov em investir na SAD do Sporting, de forma a reabilitar as finanças do clube e a dota-lo de condições para ter sucesso desportivo, a nível nacional e internacional, o que faria com que o nosso Sporting Clube de Portugal desse um salto qualitativo e quantitativo enorme.
É o terceiro homem mais rico da Rússia, e está na lista dos cem mais à escala Mundial, com uma fortuna acima da do actual proprietário do Manchester City, Sheikh Mansour Al Nayhan, por exemplo, é proprietário da equipa de basquetebol da NBA, os New Jersey Nets, tendo sido o responsável pela total reabilitação financeira e desportiva da equipa.
É alguém apaixonado pelo desporto em geral e pelo futebol em particular, mas também é um homem de negócios competente, sério e cujo passado e fortuna pessoal não são semelhantes à de outros milionários russos (dúbios, ilegais, cinzentos), e segundo pude apurar até nutre bastante simpatia pelo nosso clube.
Ao que consta segue o Sporting, com interesse e como fã, desde os tempos em que no nosso clube pontificavam Balakov, Cherbakov e Iordanov, por exemplo, e cuja ligação afectiva terá aumentado através da sua permanência em New Jersey e no seu convívio com alguns membros, sportinguistas, da enorme Comunidade portuguesa ali existente.
Os moldes de um possível investimento não são conhecidos, terão obviamente de ser estudados, analisados e decididos por todas as partes, Corpos Sociais, Administração da SAD, Sócios e o próprio Prokhorov, sempre tendo em conta o mais importante, o benefício do Sporting, enquanto clube, e uma maior pujança financeira da Sporting, SAD.
Em relação a tal cenário, sempre fui aberto a novas soluções, não me agarro a conservadorismos bacocos e mentalidades ultrapassadas, prefiro que o Sporting Clube de Portugal exista, ainda que não estando somente nas mãos dos sócios, do que corra o risco de desaparecer, vitimizado por soluções de mero remendo ou por promessas de "venda de banha da cobra", inviáveis, populistas.
Os tempos mudaram, a Sociedade, os negócios, o futebol já não são o que eram há 20, 30 ou 40 anos, e seguem um rumo implacável, a um ritmo cada vez mais veloz, que deixará para trás todos aqueles que insistirem numa postura desadequada, incapaz e antiquada, é esse o cenário com que o Sporting se depara, e os sportinguistas, sócios em particular, terão de optar pelo futuro e pela grandeza, ou pela incerteza e incapacidade de melhorar, pois é isso, e tão só, que está em causa.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pavilhão Atlântico...rumor falso ou verdadeiro?
Começou a circular, durante o dia de ontem, a informação de que o Sporting podia estar interessado no processo de privatização do Pavilhão Atlântico, que seria nesse caso o novo Pavilhão do clube, para as Modalidades ditas semi-profissionais, até ao momento não pude apurar se é mais um boato sem fundamento ou existe alguma verdade nesse hipotético cenário.
Mas não deixarei de dar a minha opinião sobre o assunto, e fá-lo-ei da forma mais simples, por prós e contras e por pontos:
Prós
1-Lotação das bancadas (12 a 13 mil lugares) que pode ir até a um máximo 20 mil em caso de espectáculos, com ocupação da área de jogo do Pavilhão.
2- Interesse reconhecido de várias Produtoras de espectáculos/bandas/artistas/ companhias na utilização do espaço, como área de referência cultural na cidade de Lisboa, o que poderia garantir ao Sporting alguns milhões de euros de receita anual, ou parcerias que suportassem uma parte do custo do Pavilhão, sensivelmente na casa dos 11 milhões de euros.
Contras
1- Espaço sobredimensionado em relação às necessidades do clube, com previsão de enchentes só em caso de espectáculos ou em dois ou três eventos desportivos/ano, maior dimensão, maior despesa e custo de manutenção.
2- Não existem mais valências no Pavilhão Atlântico, como áreas de treino e aquecimento para os atletas, ginásios, etc, tais necessidades exigiriam uma reconversão global (obras), o que significaria mais custos.
3- Afastamento geográfico do Estádio de Alvalade, seria de todo conveniente que o futuro Pavilhão do Sporting ficasse nos terrenos do antigo Estádio, lado a lado com o actual, de forma a mobilizar os sócios e simpatizantes, permitindo-lhes, por exemplo, assistir ao jogo de uma modalidade às 18h30, e às 20h15 estarem nas bancadas do Alvalade XXI a apoiarem a equipa de futebol...tal cenário é inviável estando o futuro Pavilhão longe do Mundo Sporting.
Como tal, atendendo a tudo isso, e ao facto do Pavilhão Atlântico já ter 14 anos de vida, não sendo portanto uma estrutura de última geração, acho que tal opção seria má para o clube, do ponto de vista financeiro, desportivo, logistico e do impulso que se pretende dar às Modalidades do clube.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Mas não deixarei de dar a minha opinião sobre o assunto, e fá-lo-ei da forma mais simples, por prós e contras e por pontos:
Prós
1-Lotação das bancadas (12 a 13 mil lugares) que pode ir até a um máximo 20 mil em caso de espectáculos, com ocupação da área de jogo do Pavilhão.
2- Interesse reconhecido de várias Produtoras de espectáculos/bandas/artistas/ companhias na utilização do espaço, como área de referência cultural na cidade de Lisboa, o que poderia garantir ao Sporting alguns milhões de euros de receita anual, ou parcerias que suportassem uma parte do custo do Pavilhão, sensivelmente na casa dos 11 milhões de euros.
Contras
1- Espaço sobredimensionado em relação às necessidades do clube, com previsão de enchentes só em caso de espectáculos ou em dois ou três eventos desportivos/ano, maior dimensão, maior despesa e custo de manutenção.
2- Não existem mais valências no Pavilhão Atlântico, como áreas de treino e aquecimento para os atletas, ginásios, etc, tais necessidades exigiriam uma reconversão global (obras), o que significaria mais custos.
3- Afastamento geográfico do Estádio de Alvalade, seria de todo conveniente que o futuro Pavilhão do Sporting ficasse nos terrenos do antigo Estádio, lado a lado com o actual, de forma a mobilizar os sócios e simpatizantes, permitindo-lhes, por exemplo, assistir ao jogo de uma modalidade às 18h30, e às 20h15 estarem nas bancadas do Alvalade XXI a apoiarem a equipa de futebol...tal cenário é inviável estando o futuro Pavilhão longe do Mundo Sporting.
Como tal, atendendo a tudo isso, e ao facto do Pavilhão Atlântico já ter 14 anos de vida, não sendo portanto uma estrutura de última geração, acho que tal opção seria má para o clube, do ponto de vista financeiro, desportivo, logistico e do impulso que se pretende dar às Modalidades do clube.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Domingos sem mais margem de manobra!
Não será o único culpado, mas é ele o responsável pela equipa de futebol, é ele que na adversidade tem de arranjar soluções e inverter o estado de coisas, não o consegue, a equipa "perdeu-se" no âmbito competitivo, não joga, não encanta e não produz, um treinador só é bom quando consegue resultados, e Domingos não os está a ter.
Mais do que lesões, castigos, maus momentos de forma de jogador x ou y, há uma clara incapacidade para liderar a equipa e fazer com que a mesma retome o caminho do sucesso, as dificuldades não desculpam tudo, podiam, quanto muito, gerar um abrandamento da equipa, mas o plantel do Sporting não está em desacelaração, está quase em "ponto morto".
4ª feira há um jogo fundamental para o sucesso desportivo da época, tudo o que não seja a vitória e consequente qualificação para a final do Jamor, atirará com o Sporting para a mais profunda depressão colectiva, e nesse cenário os responsáveis terão de tomar medidas, Domingos deixará de ter condições para continuar, isso parece-me uma inevitabilidade.
PS- Evaldo e Daniel Carriço não possuem qualquer tipo de condições, qualitativas, técnicas ou tácticas para jogarem num clube do nível do Sporting, e não é de agora.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Mais do que lesões, castigos, maus momentos de forma de jogador x ou y, há uma clara incapacidade para liderar a equipa e fazer com que a mesma retome o caminho do sucesso, as dificuldades não desculpam tudo, podiam, quanto muito, gerar um abrandamento da equipa, mas o plantel do Sporting não está em desacelaração, está quase em "ponto morto".
4ª feira há um jogo fundamental para o sucesso desportivo da época, tudo o que não seja a vitória e consequente qualificação para a final do Jamor, atirará com o Sporting para a mais profunda depressão colectiva, e nesse cenário os responsáveis terão de tomar medidas, Domingos deixará de ter condições para continuar, isso parece-me uma inevitabilidade.
PS- Evaldo e Daniel Carriço não possuem qualquer tipo de condições, qualitativas, técnicas ou tácticas para jogarem num clube do nível do Sporting, e não é de agora.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Os carrascos que viraram papagaios
Soube-se o resultado da Auditoria externa ao Grupo Sporting, e logo o Universo leonino entrou numa onda de dramatização sem limites, como sportinguista e sócio estou obviamente preocupado, mas recusando-me a entrar numa onda de dramatismo e pessimismo nefasta, confio em quem está à frente do nosso clube, conheço alguns dossiers que estão a ser estudados e algumas demarches feitas junto de alguns investidores, há pois esperança.
Os sportinguistas, e em especial os sócios do clube, dividiram-se em quatro posturas diferentes perante os resultados da Auditoria, a dos arautos da desgraça, a dos conscientes que é necessário fazer algo para reverter a situação, a daqueles que falam mal, tentam iludir e manipular os factos, e mais grave, a dos que estão indiferentes a tamanho problema, problema esse que tem de ser resolvido mais rapidamente possível.
Li com grande preocupação, nestes últimos dias, as intervenções de ex-dirigentes do Sporting Clube de Portugal, com Dias da Cunha e Soares Franco à cabeça, para eles a culpa deve morrer solteira, é de todos, menos deles, num exercício que não sendo de tentativa de estupidificação massificada, pois os sócios não vão nisso, é um acto de desculpabilização própria e estupidez auto-imposta, em doses industriais.
O projecto Roquette não era bom, soube isso logo na altura em que começou a ser implementado, e todos os sportinguistas sabem isso hoje, mas confessemos, não foram Santana Lopes e José Roquette a criar tamanho "buraco", ele tem três rostos principais, Dias da Cunha, Soares Franco e José Eduardo Bettencourt, 90% dos capitais negativos próprios nestes últimos 15 anos foram criados pelo referido trio, facto concreto.
Dias da Cunha e Soares Franco vêm hoje dizer que com eles o Sporting deu lucro, teve exercícios positivos, quando todos os relatórios dos seus Mandatos mostram o inverso, mais, houve gestão negligente, despesista, pouco profissional, agravada por várias alienações de Património mal feitas, por preços abaixo dos praticados no Mercado, a realidade é crua e dura, vender outro "peixe" é um non sense digno de um qualquer doente bipolar.
Para a Idiot Parade ficar completa, só falta o aparecimento em cena de José Eduardo Bettencourt, numa pseudo tentativa de querer fazer transparecer uma verdade que só existe nos imaginários mais doentios, os piores dezoito meses da História centenária do Sporting, desportiva e financeiramente falando, 28 milhões gastos em jogadores sem qualidade, capitais negativos acima dos 50 milhões.
Dirijo-me pois aos sportinguistas, e em especial aos sócios, pedindo-lhes que não "comprem tais historietas" como factos concretos, não queiram assistir a "rolar de cabeças" na Praça pública, de que serve ao Sporting acusar este ou aquele? Sabemos quem são, dois deles já vieram a público prestar declarações, mostrando que os "criminosos" voltam sempre à cena do "crime"...sejamos unidos, competentes e galvanizadores, assim se resolvem os problemas.
...Ah, já me esquecia, ignorem "papagaios", o nosso Sporting precisa de estar unido, ter ideias e debater as ditas, dessa postura sairão soluções, e a nossa Instituição só ganhará com isso.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Os sportinguistas, e em especial os sócios do clube, dividiram-se em quatro posturas diferentes perante os resultados da Auditoria, a dos arautos da desgraça, a dos conscientes que é necessário fazer algo para reverter a situação, a daqueles que falam mal, tentam iludir e manipular os factos, e mais grave, a dos que estão indiferentes a tamanho problema, problema esse que tem de ser resolvido mais rapidamente possível.
Li com grande preocupação, nestes últimos dias, as intervenções de ex-dirigentes do Sporting Clube de Portugal, com Dias da Cunha e Soares Franco à cabeça, para eles a culpa deve morrer solteira, é de todos, menos deles, num exercício que não sendo de tentativa de estupidificação massificada, pois os sócios não vão nisso, é um acto de desculpabilização própria e estupidez auto-imposta, em doses industriais.
O projecto Roquette não era bom, soube isso logo na altura em que começou a ser implementado, e todos os sportinguistas sabem isso hoje, mas confessemos, não foram Santana Lopes e José Roquette a criar tamanho "buraco", ele tem três rostos principais, Dias da Cunha, Soares Franco e José Eduardo Bettencourt, 90% dos capitais negativos próprios nestes últimos 15 anos foram criados pelo referido trio, facto concreto.
Dias da Cunha e Soares Franco vêm hoje dizer que com eles o Sporting deu lucro, teve exercícios positivos, quando todos os relatórios dos seus Mandatos mostram o inverso, mais, houve gestão negligente, despesista, pouco profissional, agravada por várias alienações de Património mal feitas, por preços abaixo dos praticados no Mercado, a realidade é crua e dura, vender outro "peixe" é um non sense digno de um qualquer doente bipolar.
Para a Idiot Parade ficar completa, só falta o aparecimento em cena de José Eduardo Bettencourt, numa pseudo tentativa de querer fazer transparecer uma verdade que só existe nos imaginários mais doentios, os piores dezoito meses da História centenária do Sporting, desportiva e financeiramente falando, 28 milhões gastos em jogadores sem qualidade, capitais negativos acima dos 50 milhões.
Dirijo-me pois aos sportinguistas, e em especial aos sócios, pedindo-lhes que não "comprem tais historietas" como factos concretos, não queiram assistir a "rolar de cabeças" na Praça pública, de que serve ao Sporting acusar este ou aquele? Sabemos quem são, dois deles já vieram a público prestar declarações, mostrando que os "criminosos" voltam sempre à cena do "crime"...sejamos unidos, competentes e galvanizadores, assim se resolvem os problemas.
...Ah, já me esquecia, ignorem "papagaios", o nosso Sporting precisa de estar unido, ter ideias e debater as ditas, dessa postura sairão soluções, e a nossa Instituição só ganhará com isso.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Auditoria, passivo e soluções
Foram conhecidos os resultados da Auditoria externa efectuada ao Grupo Sporting, os números são o que são, graves e perante eles terá de haver intervenção rápida e atenta, passivo de 276 milhões de euros, resultados negativos de 183 milhões, um caos geral criado por uma linha de rumo (Projecto Roquette) que delapidou o Património do clube e comprometeu um futuro mais desanuviado e equilibrado.
Mais do que iniciar-se uma "caça às bruxas", é necessário encontrarem-se soluções reais, viáveis e duradouras, conhecemos bem os culpados de tal gestão ruinosa, por isso entendo ser desnecessário perder-se tempo a apontar o dedo a X ou Y, o passado não volta atrás, ao Sporting Clube de Portugal interessa o presente, e mais importante, o futuro, um futuro que esperamos melhor.
A situação sendo algo dramática, não é fatal, exige que se faça o necessário para a reverter, e isso só é possível de alcançar com investimentos, parcerias, boa gestão e competência, é esse o único caminho a seguir, a bem da viabilidade do clube, ou seja, há soluções e há caminhos, mas a margem de erro, em virtude da dimensão do problema, é zero ou perto disso, não há espaço para mais falhanços.
A minha experiência a nível de Scouting e de análise detalhada à realidade da maioria dos clubes europeus, permite-me fazer algumas sugestões baseadas em factos, exemplos e estratégias, dou pois o exemplo de três clubes, Borussia de Dortmund, Marselha e Nápoles, que num passado bem recente estiveram numa situação igual ou pior do que a nossa, e reverteram-na com comprovado sucesso.
E o que fizeram? Simples, arrumaram a "casa", reestruturaram os seus clubes, a nível orgânico, racionalizaram despesa, fornecimentos e pagamentos, potenciaram o marketing, o merchadising e a receita, a partir desse momento avançaram para o mais importante, investimentos e investidores, que foram escolhidos com critério, racionalidade e visão, tudo para garantir um futuro sólido, financeira e desportivamente falando.
A solução para o Sporting passa necessariamente por um aumento de capital, destinado em exclusivo a investidores externos, o romantismo, de permitir que os sócios comprem "meia dúzia" de acções para emoldurarem na sala ou no escritório é, neste momento, dispensável e um completo non sense, aliás, ao aumento de capital que se anuncia só deverão ter acesso investidores com um mínimo de 1 milhão de euros, não há tempo para se andar a perder com "peanuts".
Não ponho até de lado a possibilidade do Sporting, enquanto clube, perder o controlo da SAD e a maioria das participações, o nosso clube precisa de futuro, e esse futuro já não contempla conservadorismos e idealismos bacocos, como me disse um conhecido sócio do clube "Eu quero é que o clube dure mais 100 anos, tenha dinheiro e ganhe desportivamente, se é meu, do BES ou dos árabes, estou-me lixando, é o Sporting".
Passa por aí o caminho, magnatas, Fundos de investimento, se vierem de boa fé e com objectivos bem delineados, de garantir viabilidade e sucesso, sejam bem vindos...mas há mais, é preciso avançar-se rapidamente para o Naming do Estádio, garantir melhores parcerias e sponsorizaçao, aumentar a receita, ser mais duro do ponto de vista negocial, em suma transformar uma Empresa em falência técnica numa Empresa desafogada.
Se formos perguntar aos adeptos do Manchester City, Málaga, Paris SG, Chelsea, Juventus, etc se querem voltar atrás, terem nas suas mãos a maioria do capital e o poder de tomarem decisões, se querem voltar a lutar pelo meio da tabela nas suas Ligas, ou para não descerem de divisão? A resposta de todos eles será um rotundo, rápido e convincente não, os resultados dão-lhes razão para que "disparem" tal resposta.
2012 é, já o anunciei há muito, decisivo para a componente económia e financeira do Sporting, este é o ano em que tudo aquilo que não se fez nos últimos quinze deve ser feito, assim por alto antecipo um número, até ao final deste Mandato o nosso clube e a SAD precisam de um investimento global de cerca de 100 milhões de euros, e isto exclusivamente para injecção e aumento de capital, e para a consolidação positiva das contas.
Por isso, e mais do que nunca...mãos à obra.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Mais do que iniciar-se uma "caça às bruxas", é necessário encontrarem-se soluções reais, viáveis e duradouras, conhecemos bem os culpados de tal gestão ruinosa, por isso entendo ser desnecessário perder-se tempo a apontar o dedo a X ou Y, o passado não volta atrás, ao Sporting Clube de Portugal interessa o presente, e mais importante, o futuro, um futuro que esperamos melhor.
A situação sendo algo dramática, não é fatal, exige que se faça o necessário para a reverter, e isso só é possível de alcançar com investimentos, parcerias, boa gestão e competência, é esse o único caminho a seguir, a bem da viabilidade do clube, ou seja, há soluções e há caminhos, mas a margem de erro, em virtude da dimensão do problema, é zero ou perto disso, não há espaço para mais falhanços.
A minha experiência a nível de Scouting e de análise detalhada à realidade da maioria dos clubes europeus, permite-me fazer algumas sugestões baseadas em factos, exemplos e estratégias, dou pois o exemplo de três clubes, Borussia de Dortmund, Marselha e Nápoles, que num passado bem recente estiveram numa situação igual ou pior do que a nossa, e reverteram-na com comprovado sucesso.
E o que fizeram? Simples, arrumaram a "casa", reestruturaram os seus clubes, a nível orgânico, racionalizaram despesa, fornecimentos e pagamentos, potenciaram o marketing, o merchadising e a receita, a partir desse momento avançaram para o mais importante, investimentos e investidores, que foram escolhidos com critério, racionalidade e visão, tudo para garantir um futuro sólido, financeira e desportivamente falando.
A solução para o Sporting passa necessariamente por um aumento de capital, destinado em exclusivo a investidores externos, o romantismo, de permitir que os sócios comprem "meia dúzia" de acções para emoldurarem na sala ou no escritório é, neste momento, dispensável e um completo non sense, aliás, ao aumento de capital que se anuncia só deverão ter acesso investidores com um mínimo de 1 milhão de euros, não há tempo para se andar a perder com "peanuts".
Não ponho até de lado a possibilidade do Sporting, enquanto clube, perder o controlo da SAD e a maioria das participações, o nosso clube precisa de futuro, e esse futuro já não contempla conservadorismos e idealismos bacocos, como me disse um conhecido sócio do clube "Eu quero é que o clube dure mais 100 anos, tenha dinheiro e ganhe desportivamente, se é meu, do BES ou dos árabes, estou-me lixando, é o Sporting".
Passa por aí o caminho, magnatas, Fundos de investimento, se vierem de boa fé e com objectivos bem delineados, de garantir viabilidade e sucesso, sejam bem vindos...mas há mais, é preciso avançar-se rapidamente para o Naming do Estádio, garantir melhores parcerias e sponsorizaçao, aumentar a receita, ser mais duro do ponto de vista negocial, em suma transformar uma Empresa em falência técnica numa Empresa desafogada.
Se formos perguntar aos adeptos do Manchester City, Málaga, Paris SG, Chelsea, Juventus, etc se querem voltar atrás, terem nas suas mãos a maioria do capital e o poder de tomarem decisões, se querem voltar a lutar pelo meio da tabela nas suas Ligas, ou para não descerem de divisão? A resposta de todos eles será um rotundo, rápido e convincente não, os resultados dão-lhes razão para que "disparem" tal resposta.
2012 é, já o anunciei há muito, decisivo para a componente económia e financeira do Sporting, este é o ano em que tudo aquilo que não se fez nos últimos quinze deve ser feito, assim por alto antecipo um número, até ao final deste Mandato o nosso clube e a SAD precisam de um investimento global de cerca de 100 milhões de euros, e isto exclusivamente para injecção e aumento de capital, e para a consolidação positiva das contas.
Por isso, e mais do que nunca...mãos à obra.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Política de bilheteira - Pontual ou duradoura?
Ontem estiveram presentes em Alvalade 38.405 espectadores, assistência que tem de ser catalogada de excelente, o adversário (Beira-Mar) e o ciclo de seis jogos sem vencer por parte do Sporting não propiciava uma grande afluência, e no entanto o jogo de ontem teve a 3ª maior assistência da época, os responsáveis do clube, com Carlos Barbosa à cabeça, terão forçosamente de retirar daí as devidas e necessárias ilações.
A hora acessível do jogo, 17h00, não é justificativo suficiente, mais do que isso, foi a política de bilheteira a ditar regras, os preços acessíveis e a gratuitidade das entradas para crianças até aos 11 anos foi "Rei com olho" em "terra de cegos", a multidão que se deslocou ao Estádio pronunciou-se, num claro sinal para o interior do clube "queremos vir a Alvalade apoiar a equipa, mas a preços convidativos...até tenho Sport TV mas isto é outra coisa" ouvi de um senhor de 50 e muitos anos que se fazia acompanhar por filho e neto.
Há muito que defendo uma política de bilheteira semelhante a esta, não pontual, mas duradoura, que permita ao Sporting e à sua equipa de futebol terem o apoio que merecem, condizente com a sua grandeza, de que serve colocarem-se as entradas a uma média de 20 euros, se com tais preços só temos 20 mil pessoas no Estádio? Baixando essa média para metade, temos 40 mil espectadores, a receita é a mesma, mas o apoio massivo dos adeptos eleva a atmosfera competitiva para outro patamar.
Defendo no entanto que nos jogos com Benfica, FC Porto e Sp.Braga para Liga, e nos jogos das competições europeias, com equipas da mesma dimensão da nossa ou superior, devido ao maior interesse dos adeptos e respectiva procura, a tabela de preços deve ser a dita normal, pois nesses jogos o clube precisa ter receitas condizentes com as suas necessidades financeiras, parece-me de todo lógico e aceitável.
Espero pois que os responsáveis tenham percebido a dimensão e o alcance que esta medida (pontual) teve, num claro sinal que a pontualidade devia tornar-se uma constante, sabemos que ter 40 mil pessoas no Estádio, a baixo preço, é o mesmo que ter 20 mil pessoas a pagar o preço habitual, mas não nos esqueçamos de um pormenor, os 15 ou 20 mil sportinguistas a mais que vão ao Estádio, em condições mais acessíveis, compram merchandising, consomem comidas e bebidas, o que até aumenta as receitas do clube, houve visão, agora é continuar.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
A hora acessível do jogo, 17h00, não é justificativo suficiente, mais do que isso, foi a política de bilheteira a ditar regras, os preços acessíveis e a gratuitidade das entradas para crianças até aos 11 anos foi "Rei com olho" em "terra de cegos", a multidão que se deslocou ao Estádio pronunciou-se, num claro sinal para o interior do clube "queremos vir a Alvalade apoiar a equipa, mas a preços convidativos...até tenho Sport TV mas isto é outra coisa" ouvi de um senhor de 50 e muitos anos que se fazia acompanhar por filho e neto.
Há muito que defendo uma política de bilheteira semelhante a esta, não pontual, mas duradoura, que permita ao Sporting e à sua equipa de futebol terem o apoio que merecem, condizente com a sua grandeza, de que serve colocarem-se as entradas a uma média de 20 euros, se com tais preços só temos 20 mil pessoas no Estádio? Baixando essa média para metade, temos 40 mil espectadores, a receita é a mesma, mas o apoio massivo dos adeptos eleva a atmosfera competitiva para outro patamar.
Defendo no entanto que nos jogos com Benfica, FC Porto e Sp.Braga para Liga, e nos jogos das competições europeias, com equipas da mesma dimensão da nossa ou superior, devido ao maior interesse dos adeptos e respectiva procura, a tabela de preços deve ser a dita normal, pois nesses jogos o clube precisa ter receitas condizentes com as suas necessidades financeiras, parece-me de todo lógico e aceitável.
Espero pois que os responsáveis tenham percebido a dimensão e o alcance que esta medida (pontual) teve, num claro sinal que a pontualidade devia tornar-se uma constante, sabemos que ter 40 mil pessoas no Estádio, a baixo preço, é o mesmo que ter 20 mil pessoas a pagar o preço habitual, mas não nos esqueçamos de um pormenor, os 15 ou 20 mil sportinguistas a mais que vão ao Estádio, em condições mais acessíveis, compram merchandising, consomem comidas e bebidas, o que até aumenta as receitas do clube, houve visão, agora é continuar.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
domingo, 29 de janeiro de 2012
A futura equipa B do Sporting
Zubizarreta disse há uns anos "qualquer grande clube europeu deverá de ter uma equipa B ou de reservas a competir na divisão imediatamente inferior à da equipa mãe, o sucesso da Formação desses clubes e o crescimento sustentado dos jogadores jovens e das segundas opções dos plantéis principais passa por aí", o mítico guardião espanhol abriria um espaço de discussão, especialmente junto daqueles clubes que optaram por extinguir as suas equipas B ou de reservas num passado recente.
Já se sabe que a próxima edição da Liga de Honra terá vinte equipas em vez das actuais dezasseis, e que nela competirão as equipas B de Sporting, FC Porto, Benfica e muito provavelmente do Sp.Braga, as únicas formações do país com capacidade financeira para "sustentarem" orçamentos de equipas na divisão inferior, orçamentos esses que estarão situados entre os 2 e 3 milhões de euros/época.
O Sporting não teve uma boa experiência com a sua equipa B, fruto diga-se, de falta de vontade em investir nesse projecto, e confessemos, alguma inaptidão na sua gestão e sucesso pelos sucessivos responsáveis pelo futebol do Sporting durante essas épocas, agora terá de haver vontade e competência para que a nova equipa B seja um caso de sucesso, a grandeza do clube assim o exige.
Muitos pensarão que uma equipa B é uma extensão da equipa de juniores, uma espécie de degrau intermédio entre a Formação e o plantel principal...mas tal filosofia é de todo incorrecta, uma equipa B é a continuidade do plantel principal, por ela deverão alinhar somente os melhores juniores, os jogadores menos utilizados do plantel principal ou aqueles que procuram retomar a melhor forma competitiva depois de períodos de afastamento por lesão.
Mas há mais, uma equipa B serve também para a aquisição de jovens jogadores, nacionais ou estrangeiros, a baixo custo ou pelos valores estipulados pelos direitos de Formação, que estejam já em idade profissional (preferencialmente na faixa etária dos 19-22 anos), atletas esses que ainda não têm qualidade e experiência para alinharem pela equipa principal, mas que têm potencialidades reconhecidas para lá chegarem, crescendo assim numa equipa B, imunes às pressões e exigências de sucesso imediato de uma equipa principal.
Essa é a filosofia de uma equipa B, mesmo sabendo que a nossa futura segunda equipa não pode ascender à Primeira Liga, ela pode e deve alcançar os melhores resultados possíveis, desportivos, financeiros e no crescimento qualitativo dos jogadores que nela alinharem, é que mesmo não podendo subir, o Sporting B deve tentar estar sempre no topo da Liga de Honra, pois ser campeão dessa categoria não está proibido pelas regras.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Musical do Sporting - A não perder!
Recebi hoje os maiores elogios em relação ao Musical do Sporting, e os mesmos "meteram-me o bichinho" de ir ver, parece que está muito bem encenado, e as histórias da História do Sporting Clube de Portugal roçam o épico e o emocionante, com os espectadores a gritarem "Sporting, Sporting" entre os segmentos e a chorarem...acaba já no Domingo, por isso todos ao Tivoli! Já agora aproveito para fazer uma sugestão que julgo ser fundamental, mesmo a organização e encenação do Musical não estando a cargo do clube, era de todo conveniente lançar-se uma versão em dvd do mesmo, que deve ser colocado à venda na Loja Verde e com opção de compra online. É que ao todo não serão mais de 10, 11 mil sportinguistas que vão ter oportunidade de assistir ao espectáculo in loco, mas nunca nos devemos esquecer dos mais de 3 milhões de sportinguistas espalhados por Portugal Continental, Ilhas e Quatro Cantos do Mundo...que só assim poderão conhecer este trabalho, também eles são o Sporting!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A verdade sobre a situação de Labyad
Muito se fala, pouco se acerta, uma análise mais cuidada às regras da FIFA e da UEFA seria mais do que suficiente para esclarecer qualquer dúvida...e que dúvida é essa? A situação do extremo do PSV Eindhoven, o holando-marroquino Zakaria Labyad, que é, para a maioria dos sportinguistas uma história incerta, fruto de muita contra-informação, que urge agora esclarecer.
O Sporting tem de facto um pré-acordo com o jogador e seu empresário para um contrato de cinco temporadas (até Junho de 2017), se tal acordo contempla alguma cláusula indemnizatória em caso de não cumprimento do mesmo, só as partes envolvidas o saberão, mas é um facto confirmado, ele existe no papel, e a vontade do jogador é rumar a Alvalade, mesmo após recentes abordagens de Dortmund, Marselha e Udinese.
Para quem não está familiarizado com as regras dos organismos que supervisionam o futebol, há normas estabelecidas, e tais entidades não "brincam" com elas, o PSV Eindhoven afirma que possui uma cláusula de opção para renovar automaticante o contrato de Labyad, por mais duas temporadas, ninguém o contesta, nem jogador, nem empresário e muito menos o Sporting.
Mas convém esclarecer que tal opção não tem qualquer valor legal...e porquê? Porque Labyad é jogador da formação do PSV Eindhoven, nunca jogou noutro clube enquanto profissional, e tem menos de 21 anos, pelas regras da FIFA e da UEFA, tal cláusula só pode ser accionada unilateralmente (pelo clube) se o atleta já tiver completado 21 ou mais anos à data em que termina o contrato dito "normal".
Como tal, para Labyad permanecer no clube holandês, sendo accionada tal opção, o jogador teria de anuir à sua activação, o que não aconteceu, mais, é fácil perceber que o PSV Eindhoven não tem razão ao nível da jurisprudência e sabe disso, caso contrário não teria apresentado três propostas de aumento de salário ao jogador nos últimos sete meses, tenta assim desesperadamente manter um jogador que não quer continuar no clube.
Não passa pois de uma táctica dois em um, que visa também desinformar os adeptos do clube holandês, adiando as justificações que mais tarde ou mais cedo terão de ser prestadas pelos responsáveis...como se deixou escapar um dos maiores produtos de formação do PSV Eindhoven, já hoje um dos melhores elementos do plantel?...contra factos não há argumentos, e Labyad até já visitou o Estádio de Alvalade e a Academia de Alcochete!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
O Sporting tem de facto um pré-acordo com o jogador e seu empresário para um contrato de cinco temporadas (até Junho de 2017), se tal acordo contempla alguma cláusula indemnizatória em caso de não cumprimento do mesmo, só as partes envolvidas o saberão, mas é um facto confirmado, ele existe no papel, e a vontade do jogador é rumar a Alvalade, mesmo após recentes abordagens de Dortmund, Marselha e Udinese.
Para quem não está familiarizado com as regras dos organismos que supervisionam o futebol, há normas estabelecidas, e tais entidades não "brincam" com elas, o PSV Eindhoven afirma que possui uma cláusula de opção para renovar automaticante o contrato de Labyad, por mais duas temporadas, ninguém o contesta, nem jogador, nem empresário e muito menos o Sporting.
Mas convém esclarecer que tal opção não tem qualquer valor legal...e porquê? Porque Labyad é jogador da formação do PSV Eindhoven, nunca jogou noutro clube enquanto profissional, e tem menos de 21 anos, pelas regras da FIFA e da UEFA, tal cláusula só pode ser accionada unilateralmente (pelo clube) se o atleta já tiver completado 21 ou mais anos à data em que termina o contrato dito "normal".
Como tal, para Labyad permanecer no clube holandês, sendo accionada tal opção, o jogador teria de anuir à sua activação, o que não aconteceu, mais, é fácil perceber que o PSV Eindhoven não tem razão ao nível da jurisprudência e sabe disso, caso contrário não teria apresentado três propostas de aumento de salário ao jogador nos últimos sete meses, tenta assim desesperadamente manter um jogador que não quer continuar no clube.
Não passa pois de uma táctica dois em um, que visa também desinformar os adeptos do clube holandês, adiando as justificações que mais tarde ou mais cedo terão de ser prestadas pelos responsáveis...como se deixou escapar um dos maiores produtos de formação do PSV Eindhoven, já hoje um dos melhores elementos do plantel?...contra factos não há argumentos, e Labyad até já visitou o Estádio de Alvalade e a Academia de Alcochete!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Preocupante é apelido!
A equipa do Sporting entrou, poucas dúvidas tenho, numa espiral depressiva e negativa, da qual não dá sintomas de conseguir sair, nem a falta de alguns titulares justifica tudo, há jogadores que estão à deriva, enredados numa enorme negatividade colectiva, nada lhes sai bem, e não é falta de vontade ou qualidade, existe mesmo uma depressão gigantesca no plantel.
Um série de empates não é, por si só, sinónimo de falta de qualidade, a justificação é mesmo a de que a equipa não consegue jogar, pior, não consegue interiorizar que pode e deve jogar, a expressão facial dos jogadores diz tudo, o alarme soou e o "pânico" instalou-se, a solução já não passa só pela equipa técnica, Godinho Lopes e Luís Duque têm de intervir.
Ao bom trabalho que se faz, diariamente, na gestão e liderança do clube, a equipa deixou de corresponder, parece que a equipa de futebol é uma coisa completamente diferente do clube e de quem o gere, e isso terá obrigatoriamente de ser fruto de reflexão e posterior intervenção, falar para a Imprensa e emitir comunicados atrás de comunicados já não chega.
Não ponho em causa a continuidade de Domingos, ou entendo que os actuais dirigentes tenham de ser contestados, o nosso clube já passou por essa cobrança de"ou vai ou racha" num passado recente, e daí não conseguiu tirar nada de positivo, esse também não pode nem deve ser o caminho, a equipa está mal, o clube não, deve ser o clube a contagiar positivamente o plantel e não o plantel a negativizar o clube.
Como sportinguistas temos a obrigação de não abandonar o clube, de estarmos sempre presentes, mas é chegada a fase de exigir mais e tolerar menos, ainda há provas para disputar e conquistar, e nos próximos jogos nada sem ser as vitórias conseguirá reerguer os jogadores e o colectivo, estamos no começo de um projecto a quase quatro anos, sejamos pois pacientes.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Um série de empates não é, por si só, sinónimo de falta de qualidade, a justificação é mesmo a de que a equipa não consegue jogar, pior, não consegue interiorizar que pode e deve jogar, a expressão facial dos jogadores diz tudo, o alarme soou e o "pânico" instalou-se, a solução já não passa só pela equipa técnica, Godinho Lopes e Luís Duque têm de intervir.
Ao bom trabalho que se faz, diariamente, na gestão e liderança do clube, a equipa deixou de corresponder, parece que a equipa de futebol é uma coisa completamente diferente do clube e de quem o gere, e isso terá obrigatoriamente de ser fruto de reflexão e posterior intervenção, falar para a Imprensa e emitir comunicados atrás de comunicados já não chega.
Não ponho em causa a continuidade de Domingos, ou entendo que os actuais dirigentes tenham de ser contestados, o nosso clube já passou por essa cobrança de"ou vai ou racha" num passado recente, e daí não conseguiu tirar nada de positivo, esse também não pode nem deve ser o caminho, a equipa está mal, o clube não, deve ser o clube a contagiar positivamente o plantel e não o plantel a negativizar o clube.
Como sportinguistas temos a obrigação de não abandonar o clube, de estarmos sempre presentes, mas é chegada a fase de exigir mais e tolerar menos, ainda há provas para disputar e conquistar, e nos próximos jogos nada sem ser as vitórias conseguirá reerguer os jogadores e o colectivo, estamos no começo de um projecto a quase quatro anos, sejamos pois pacientes.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
sábado, 21 de janeiro de 2012
Fim da linha para Bojinov
Já todos conhecem os factos que levaram à instauração de um processo disciplinar ao búlgaro Valeri Bojinov, que está desde ontem impedido de frequentar qualquer instalação do clube ou da Sporting, SAD., a Administração deste blogue sabe, desde os instantes seguintes ao final do próprio jogo, que a permanência do jogador no plantel, depois deste e de outros episódios de indisciplina, seria fruto de grande improbabilidade.
Bojinov não gostava de ser suplente, a contratação e aposta em Ribas foi o "arrancador" para que "A Bomba", um dos apelidos do avançado internacional búlgaro, explodisse, e explodiu mesmo, mas o historial de mau profissionalismo e conflituosidade de Bojinov não é de agora, já tem mês, mês e meio de "cadastro" em Alvalade.
O búlgaro quis "exorcisar fantasmas", tomar para si a decisão do jogo e assim reconquistar crédito junto dos colegas e da equipa técnica, a forma como o fez, desrespeitando os colegas que dele se abeiraram, empurrando Matías Fernández de forma brusca, a roçar a violência, caiu mal a todos os que estavam no Estádio, colegas, treinadores, funcionários, dirigentes e adeptos.
Bojinov bateu o penalti com todos os "astros" a conspirarem contra si, e deu-se mal, mesmo que tivesse convertido o lance em golo, a posição do búlgaro não seria muito diferente da actual, o falhanço foi a gota que transbordou o "copo" e que lhe abriu definitivamente as portas (da saída) de Alvalade, o crédito e grau de confiança tinham sido hipotecados, irremediavelmente.
Escrevi desde o dia seguinte à sua contratação, que não era jogador para o Sporting, fragilizado fisicamente, com problemas de disciplina em Itália, o custo da operação, 2,6 milhões de euros mais a cedência de Valdés foram o maior e talvez único erro de casting no que às contratações de 2011-2012 diz respeito, os dados estavam lançados, Bojinov cumpriu o papel que dele esperei, não houve portanto surpresas.
Movimento-me nos meandros do futebol e do Scouting e de Itália, ainda quando o Sporting negociava com o Parma, chegaram-me vários avisos e advertências em relação à aquisição do búlgaro, tudo somado ao historial que já lhe conhecia, vislumbrei desde logo este como um dos mais prováveis desfechos possíveis, infelizmente para todas as partes envolvidas, tal cenário confirmou-se.
Resta saber a forma como se processará a saída de Bojinov, por empréstimo até ao final da época, tem Cesena, Levski e Litex interessados nos seus serviços, dando-se cinco meses de tempo para o jogador acalmar os ânimos e para os adeptos "esquecerem" o ocorrido, ou o processo disciplinar redundará numa resolução de contrato por justa causa, com respectivo despedimento, uma coisa é garantida, Bojinov está de saída...pela porta pequena, que ele próprio escancarou.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Bojinov não gostava de ser suplente, a contratação e aposta em Ribas foi o "arrancador" para que "A Bomba", um dos apelidos do avançado internacional búlgaro, explodisse, e explodiu mesmo, mas o historial de mau profissionalismo e conflituosidade de Bojinov não é de agora, já tem mês, mês e meio de "cadastro" em Alvalade.
O búlgaro quis "exorcisar fantasmas", tomar para si a decisão do jogo e assim reconquistar crédito junto dos colegas e da equipa técnica, a forma como o fez, desrespeitando os colegas que dele se abeiraram, empurrando Matías Fernández de forma brusca, a roçar a violência, caiu mal a todos os que estavam no Estádio, colegas, treinadores, funcionários, dirigentes e adeptos.
Bojinov bateu o penalti com todos os "astros" a conspirarem contra si, e deu-se mal, mesmo que tivesse convertido o lance em golo, a posição do búlgaro não seria muito diferente da actual, o falhanço foi a gota que transbordou o "copo" e que lhe abriu definitivamente as portas (da saída) de Alvalade, o crédito e grau de confiança tinham sido hipotecados, irremediavelmente.
Escrevi desde o dia seguinte à sua contratação, que não era jogador para o Sporting, fragilizado fisicamente, com problemas de disciplina em Itália, o custo da operação, 2,6 milhões de euros mais a cedência de Valdés foram o maior e talvez único erro de casting no que às contratações de 2011-2012 diz respeito, os dados estavam lançados, Bojinov cumpriu o papel que dele esperei, não houve portanto surpresas.
Movimento-me nos meandros do futebol e do Scouting e de Itália, ainda quando o Sporting negociava com o Parma, chegaram-me vários avisos e advertências em relação à aquisição do búlgaro, tudo somado ao historial que já lhe conhecia, vislumbrei desde logo este como um dos mais prováveis desfechos possíveis, infelizmente para todas as partes envolvidas, tal cenário confirmou-se.
Resta saber a forma como se processará a saída de Bojinov, por empréstimo até ao final da época, tem Cesena, Levski e Litex interessados nos seus serviços, dando-se cinco meses de tempo para o jogador acalmar os ânimos e para os adeptos "esquecerem" o ocorrido, ou o processo disciplinar redundará numa resolução de contrato por justa causa, com respectivo despedimento, uma coisa é garantida, Bojinov está de saída...pela porta pequena, que ele próprio escancarou.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Manifesto - Ainda não és sócio?
Sportinguistas,
Hoje, mais do que nunca, interessa participar na vida do nosso clube, apoiar a Instituição na sua demanda de grandeza, conquista e crescimento, é pois chegada a hora de colocarem a seguinte pergunta a vós próprios "porque é que ainda não sou sócio?"
Percebo que a conjuntura social e económica do país não ajude a que se tome uma decisão dessas de ânimo leve, afinal sempre são 12 euros mensais (sócio efectivo), 13 quotas anuais (132 euros), nada de gigantesco, mas que pode fazer mossa a alguns orçamentos familiares.
Dirigo-me no entanto àqueles que podendo perfeitamente pagar a quotização, optam por não o fazer, facto estranho para quem se assume como verdadeiro sportinguista, parece assim, e aos olhos de quem está nessa situação, que ser associado do Sporting Clube de Portugal é uma coisa "menor, chata, que me faz ter de pagar mais uma conta por MB todos os meses, não estou para isso!".
Engano total, quem pode pagar as quotizações deve ser sócio, tem essa obrigação moral e sentimental para com o clube que tanto diz amar, é que ser simpatizante de um clube é amá-lo, mas ser sócio e amá-lo e fazer parte da sua História Centenária, participar nas suas decisões, resumidamente ter voz e poder decisório.
No meu caso, pago sempre as quotas de Janeiro a Maio (mensalmente) e em Junho saldo as que faltam até ao final do ano, porquê? Porque em Julho começam as movimentações de Mercado, e o Sporting precisa, como qualquer clube, de ter uma Tesouraria forte nesse momento, daí pagar adiantado o último semestre, ser sócio também é isto, ter visão.
Por isso faço um apelo a todos os sportinguistas que ainda não são sócios, e cuja situação sócio-económica permita suportar tal encargo, dirigam-se à Loja Verde, subam as escadas de acesso à Área do Sócio, levem convosco o BI ou Cartão de Cidadão, e uma foto se não quiserem a do documento identificativo no vosso novo cartão de associado...e façam-se sócios, entrem na História do clube, e sejam bem vindos a uma família com mais de 97 mil pessoas.
E já agora...hoje há jogo, todos a Alvalade! VIVA O SPORTING!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Entrevista da semana cancelada - INFORMAÇÃO
A Administração deste blogue havia acordado com o ex-andebolista Ricardo Andorinho uma entrevista, ainda a semana passada, para que fosse aqui publicada esta semana, ao convite endereçado recebemos resposta afirmativa, e enviámos, conforme combinado, as seis perguntas ao visado, esperando que o mesmo as reencaminhasse com as respectivas respostas.
Tal não aconteceu, após o envio das perguntas, não recebemos mais contacto nenhum do visado, e mais, as mensagens por nós enviadas posteriormente ficaram por responder, numa atitude pouco compreensível e que lamentamos profundamente...o fracasso da realização da referida entrevista ocorre por motivos alheios à nossa vontade e responsabilidade, ainda assim pedimos desculpas aos nossos leitores.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Investidores a caminho de Alvalade
Todos sabemos que a maior emergência no Sporting Clube de Portugal, e em particular da SAD, é a componente financeira e a gestão criteriosa do passivo real e consolidado, que será, por estes dias, de 276 milhões de euros...mais do que não deixar o mesmo aumentar, é urgente diminui-lo, para valores que façam do Sporting e da sua SAD entidades desafogadas a nível financeiro, hoje, amanhã e no futuro.
Nesta semana que agora termina, tomei conhecimento, através de fontes absolutamente credíveis, que estão a ser negociadas parcerias com potenciais investidores, investidores esses com uma pujança financeira considerável, que permitiriam ao Sporting subir para um patamar desconhecido nas últimas décadas de existência da Instituição.
Tais demarches têm sido efectuadas com as devidas cautelas e analisadas criteriosamente, não é fácil "exigir" a investidores que injectem capital numa SAD, sabendo à partida que nunca controlarão a maioria do capital da mesma, pois esse continuará sob controle do clube, ou seja os associados do Sporting Clube de Portugal serão sempre os decisores principais dos destinos tanto do clube, como da SAD.
Neste momento a diferença do nosso clube para os nossos mais directos rivais é só uma, dinheiro...e com os novos investidores que se perfilam, o Sporting conseguiria planear a sua componente financeira a médio/longo prazo, baixar os encargos para com a Banca, e elevar o clube ao nível dos seus mais directos adversários, ou até mesmo acima deles, com todos os dividendos institucionais e desportivos que daí serão consequência natural.
2012 será, poucas dúvidas tenho, decisivo para os próximos 10 anos da nossa Instituição, após o ano que findou nos ter trazido reorganização e crescimento do futebol no clube, este que agora se iniciou será, por vários motivos e mais alguns, o ano da vertente financeira e de gestão, onde as medidas tomadas elevarão o Sporting de novo à grandeza que é sua por direito próprio e histórico.
A maior preocupação de quem ama um clube, é a possível não sobrevivência do mesmo, julgo que o Sporting já esteve mais próximo desse trágico desfecho, do que está na actualidade, sabemos bem as condições que os actuais Órgãos Sociais encontraram ao chegar ao clube...um verdadeiro caos, que tem sido corrigido aos poucos, e que sofrerá uma evolução positiva com a chegada de capital à SAD, sendo assim, venham de lá esses milhões!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Nesta semana que agora termina, tomei conhecimento, através de fontes absolutamente credíveis, que estão a ser negociadas parcerias com potenciais investidores, investidores esses com uma pujança financeira considerável, que permitiriam ao Sporting subir para um patamar desconhecido nas últimas décadas de existência da Instituição.
Tais demarches têm sido efectuadas com as devidas cautelas e analisadas criteriosamente, não é fácil "exigir" a investidores que injectem capital numa SAD, sabendo à partida que nunca controlarão a maioria do capital da mesma, pois esse continuará sob controle do clube, ou seja os associados do Sporting Clube de Portugal serão sempre os decisores principais dos destinos tanto do clube, como da SAD.
Neste momento a diferença do nosso clube para os nossos mais directos rivais é só uma, dinheiro...e com os novos investidores que se perfilam, o Sporting conseguiria planear a sua componente financeira a médio/longo prazo, baixar os encargos para com a Banca, e elevar o clube ao nível dos seus mais directos adversários, ou até mesmo acima deles, com todos os dividendos institucionais e desportivos que daí serão consequência natural.
2012 será, poucas dúvidas tenho, decisivo para os próximos 10 anos da nossa Instituição, após o ano que findou nos ter trazido reorganização e crescimento do futebol no clube, este que agora se iniciou será, por vários motivos e mais alguns, o ano da vertente financeira e de gestão, onde as medidas tomadas elevarão o Sporting de novo à grandeza que é sua por direito próprio e histórico.
A maior preocupação de quem ama um clube, é a possível não sobrevivência do mesmo, julgo que o Sporting já esteve mais próximo desse trágico desfecho, do que está na actualidade, sabemos bem as condições que os actuais Órgãos Sociais encontraram ao chegar ao clube...um verdadeiro caos, que tem sido corrigido aos poucos, e que sofrerá uma evolução positiva com a chegada de capital à SAD, sendo assim, venham de lá esses milhões!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Carta aberta ao consócio Bruno de Carvalho
Caro,
Leio com profunda preocupação as suas intervenções metódicas, ponderadas e articuladas no que ao Sporting Clube de Portugal diz respeito, não pelo conteúdo das mesmas, mas pela estratégia que usa para as difundir, e o timing (parece-me que desgosta profundamente da palavra) que escolhe para que as mesmas venham a público, a maioria dos associados do clube saberão bem ao que me refiro.
Numa coisa concordo consigo, de facto não existe timing para ser-se sportinguista, para se querer o nosso clube no topo, conforme ele merece, para se fazerem sugestões, emitir críticas ou elogios, mas caramba, o seu timing é sempre o mesmo, no infortúnio ou nos momentos menos conseguidos, nesses aparece sempre, nos bons...o silêncio.
O nosso clube teve já a sua dose de instabilidade na última década e meia, de "parasitismo" disfarçado de sportinguismo, e os resultados estão à vista, desportiva e financeiramente, hoje no Sporting não há lugar para contra-poder, e muito menos para projectos de tomada de posse a quatro anos, isso é tão ilógico como é provido da mais infame parvoíce, o Sporting não é um Partido político, e nele um cargo não significa poder e ambição, implica SERVIR HUMILDEMENTE.
A maioria dos associados da Instituição centenária que é o nosso clube querem paz, consenso e sucesso, querem ver os frutos (sejam eles quais forem) do trabalho que está a ser realizado, e que será realizado nos próximos três anos, toda e qualquer visão que colida com este sentimento, está e estará destinada ao fracasso total e absoluto, outra via não existe.
Na sua actuação faz querer transparecer uma maturidade, postura e sabedoria que não possui, mas que insiste em querer fazer vingar, onde estavam elas quando ameaçou (a terceiros) dois associados do Sporting Clube de Portugal na Suíça? Sabendo, ou devendo saber, que tal seria uma impossibilidade total, e que essa "vontade" é fruto do mais reprimido wishful thinking, digno de quem se roga ao longe e encolhe ao perto.
Onde estavam elas quando denunciou dois sócios aos Serviços do nosso clube (que têm mais do que fazer do perder tempo a dar provimento a "birras colegiais")? Simplesmente porque não gosta que não gostem de si, e que existam associados que desconfiam da sua pessoa e dos seus objectivos (recomendo que vá ao Google Search e escreva Democracia, seguido de ENTER), se não encontrar a resposta, os Estatutos do Sporting podem esclarecer-lhe toda e qualquer dúvida.
Diz que não se calará na defesa do Sporting, do seu sucesso e dos seus associados, mesmo que perca apoios com isso, duvido que seja fruto de uma forma de ser altruísta da sua parte...perder apoios ou ficar refém das próprias palavras? Um associado do Sporting Clube de Portugal, que por acaso é um e tão só um entre centenas que já se candidataram nos quase 106 anos de vida da Instituição? Estranho, muito estranho.
Será que pensa já nas eleições de 2014? Quando diz que trabalhará para o Sporting, para o seu futuro e para os associados, pergunto-lhe...quem o mandatou para tal tarefa? Qual o cargo que exerce no nosso clube que estatutariamente lhe atribui tão formosas competências? É que conheço todos os nomes que compõem os Órgãos Sociais do clube, e o seu não consta entre eles.
Apelida aqueles que se lhe opõem de anti-sportinguistas, utilizadores de perfis falsos e recadeiros, só porque pugnam por um caminho diferente daquele que quer implementar em Alvalade, completamente populista, sem conteúdo, sem futuro...apelida consócios dessa forma, sendo que a maioria deles é filiado há mais tempo que o caro.
Mais ainda, quase todos com um percurso, a nível desportivo, de liderança de claques, e participação constante na vida do clube, maiores, melhores e mais presentes do que o seu...quando tive lesões ao serviço da luta desportiva do Sporting e fui a seguir, com dores, para a bancada Sul, ver a nossa equipa de futebol jogar, e só depois ia ao Hospital, onde andava o amigo? A deslocar-se das Avenidas Novas para o Estádio, com o bilhete e quotas pagas pela família?!
Quando acusa um sócio de anti-sportinguista, sócio esse que esteve na Juventude Leonina durante décadas, que se deslocou incontáveis vezes a apoiar o clube e a organizar tais deslocações, pelos quatro cantos do Mundo, onde estava o amigo, no sofá a ver os jogos pela televisão?! Saberá bem a quem me refiro, foi um dos que por si foram ameaçados na Suíça, não se esqueça, a sua memória é selectiva, a de outros é e será longa.
Não somos recadeiros, perfis falsos, ou anti-sportinguistas, temos um percurso no nosso clube, de décadas, sempre presentes, sempre a apoiar, sempre a tentar fazer o melhor pelo Sporting, umas vezes acertando, outras falhando, mas sempre tentado, somos mais do que pensa, somos estatutariamente tanto como o caro é, e percebo que isso o incomode.
Fala de seguidismos e continuidades, mas pergunto-lhe, onde estava o caro de 1995 até ao momento que decidiu candidatar-se às eleições? Em quem votou, se votou, durante esses mais de quinze anos, quem apoiou e a quem se opôs, que medidas aprovou ou reprovou em AG's? Quantas vezes veio a público ajudar o nosso clube, quantas vezes se sacrificou por ele?!
A maioria dos associados com quem falo, e são muitos, não se lembram, alguns até vão mais longe, dizem que o caro nunca fez nada para defender o nosso clube perante quinze anos da mais insana gestão e liderança, essa é uma realidade presente, concreta e real, com a qual terá de conviver, pois os sportinguistas são inteligentes e sabem ver a léguas oportunismos e aparições de ocasião.
Acusa outros de Sebastianismo, mas quem é o caro senão um "D.Sebastião" de ocasião?! Alguém que aparece qual "Salvador da Pátria", com soluções oligárquicas, vindas de pessoas e meios que são do desconhecimento total do Universo Sporting, sem papéis, sem fundamentos, com uma viagem, meia dúzia de declarações e uma pose para o "boneco", é esse o futuro do nosso clube? Dispenso, a bem do Sporting e da sua existência.
Por último, abdicou do cargo de vice-presidente do Hóquei e patinado do Sporting (uma entidade externa que nada tem a ver com a estrutura do clube), por motivos pessoais e profissionais, mas ainda mantém tal cargo no seu perfil profissional e das redes sociais...pergunto-lhe, seriam esses motivos pessoais e profissionais também impeditivos de exercer o cargo de Presidente do clube? Ou o vencimento de Presidente da SAD, respectivas regalias e estatuto resolveriam facilmente tais impedimentos? Suspeito que sim.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Muita garra...pouca uva! (Sporting-Nacional)
Muito má a 1ª parte do Sporting frente ao Nacional, má demais para ser verdade, equipa desorientada, desorganizada e pouco pressionante, os piores primeiros 45 minutos da época, ao nível do que já havia acontecido para a Taça de Portugal, em Alvalade, contra o Belenenses, a equipa não se encontrou em campo, um mar de nada portanto.
O Nacional com as suas linhas bem definidas, forte na marcação, saía perigosamente em contra-ataque, antes do 0-1 já tinha havido uma oportunidade flagrante para os insulares inaugurarem o marcador, golo esse que surgiu através de um livre da esquerda, perante esse infortúnio pouco ou nada fez o Sporting, mostrou vontade, mas sem qualidade.
O 0-2 mais do que lógico, surge de uma falha tremenda de Polga, parece-me, e na minha modesta opinião, que esta deve ser sua última época do capitão em Alvalade, espero e faço votos que não lhe seja feita nenhuma proposta de renovação, o Sporting precisa de alguém melhor, mais jovem, e também importante...menos caro (salarialmente falando).
Na 2ª parte tudo mudou, Capel agitou completamente o jogo, Schaars e Elias apareceram ao seu nível habitual, e até Carrillo não desagradou (continua no entanto a não libertar a bola mais rápido), se não fosse o guardião insular e alguma falta de sorte na finalização, o Sporting podia e devia, em circunstâncias normais, ter marcado quatro ou cinco golos durante o segundo tempo.
Salvou-se assim o resultado, já nos descontos, e uma derrota que colocaria o nosso clube em sérias dificuldades para o jogo da Madeira, pois a Choupana sempre foi um terreno "fértil" a maus resultados para o Sporting...resta agora ir ao arquipélago vencer a 1ª final que nos falta na Taça de Portugal 2011-2012.
PS- Bojinov, uma nulidade, nem a expulsão do jogador do Nacional nos ajudou, pois estivemos sempre a jogar com dez.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Onyewu - BORN IN THE USA
Filho de emigrantes nigerianos que rumaram ainda jovens aos Estados Unidos, Oguchialu Chijoke Onyewu nasceu a 13 de Maio de 1982, na capital Washington D.C, no seio de mais quatro irmãos e de uma família religiosa, dedicada à fé e à solidariedade pelos demais, cedo o jovem Oguchi percebeu os valores que devem nortear um ser humano digno, sensível e trabalhador.
Estudou no Liceu de Sherwood, em Silver Spring (Maryland), cidade onde viveu a maior parte da sua juventude, tendo aí concluído os seus estudos com distinção, frequentou a Universidade nos dois anos seguintes (Clemson University) onde foi jogador da equipa principal, e onde mostrou desde logo qualidades para abraçar a carreira de profissional de futebol.
Sem supresas, e tendo só 20 anos, Onyewu viu-se perante um dilema, continuar a estudar, licenciar-se, ou aceitar a proposta do primodivisionário Metz, da Liga francesa...depois de um período de meditação, decidiu rumar a França, onde jogou pouco de 2002 a 2004 (3 jogos), por empréstimo mudou-se para o La Louvière da Bélgica, onde se destacou em poucos meses.
O histórico Standard avançou para a sua contratação em 2004, o gigante norte-americano foi figura de proa nos "vermelhos de Liège", esteve 5 épocas no Maurice Dufrasne (Sclessin), registando ainda uma cedência de meia temporada ao Newcastle, as atenções do "colosso" AC Milan viraram-se para Bélgica, corria o ano de 2009 e Onyewu "aterrava" em San Siro.
Em 18 meses nunca alinhou em partidas oficiais pelo clube milanês, resultado de sucessivas lesões e problemas musculares, sendo naturalmente emprestado ao holandês Twente na última metade da época 2010-2011, onde não mesmo jogando muito, cumpriu o que lhe fora exigido, ajudar a equipa a cimentar o seu estatuto europeu.
De regresso a Milão, sem espaço no plantel, e com vontade em mudar de ares, Onyewu foi dado como dispensável, o Sporting, através de Luís Duque e Carlos Freitas, aproveitou a "deixa" e contratou o "Capitão América", a custo zero...chegava assim ao Alvalave XXI com 29 anos, assinando por 3 épocas.
Em pouco mais de 6 meses, o norte-americano, chegou, viu e convenceu, sendo neste momento considerado o esteio da defesa sportinguista, onde defende como poucos, joga e até marca golos, é acarinhado por toda a massa associativa leonina, que o apelida de "Capitão América"...Onyewu mostra-se feliz nesta fase da sua carreira, e o Sporting agradece.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Estudou no Liceu de Sherwood, em Silver Spring (Maryland), cidade onde viveu a maior parte da sua juventude, tendo aí concluído os seus estudos com distinção, frequentou a Universidade nos dois anos seguintes (Clemson University) onde foi jogador da equipa principal, e onde mostrou desde logo qualidades para abraçar a carreira de profissional de futebol.
Sem supresas, e tendo só 20 anos, Onyewu viu-se perante um dilema, continuar a estudar, licenciar-se, ou aceitar a proposta do primodivisionário Metz, da Liga francesa...depois de um período de meditação, decidiu rumar a França, onde jogou pouco de 2002 a 2004 (3 jogos), por empréstimo mudou-se para o La Louvière da Bélgica, onde se destacou em poucos meses.
O histórico Standard avançou para a sua contratação em 2004, o gigante norte-americano foi figura de proa nos "vermelhos de Liège", esteve 5 épocas no Maurice Dufrasne (Sclessin), registando ainda uma cedência de meia temporada ao Newcastle, as atenções do "colosso" AC Milan viraram-se para Bélgica, corria o ano de 2009 e Onyewu "aterrava" em San Siro.
Em 18 meses nunca alinhou em partidas oficiais pelo clube milanês, resultado de sucessivas lesões e problemas musculares, sendo naturalmente emprestado ao holandês Twente na última metade da época 2010-2011, onde não mesmo jogando muito, cumpriu o que lhe fora exigido, ajudar a equipa a cimentar o seu estatuto europeu.
De regresso a Milão, sem espaço no plantel, e com vontade em mudar de ares, Onyewu foi dado como dispensável, o Sporting, através de Luís Duque e Carlos Freitas, aproveitou a "deixa" e contratou o "Capitão América", a custo zero...chegava assim ao Alvalave XXI com 29 anos, assinando por 3 épocas.
Em pouco mais de 6 meses, o norte-americano, chegou, viu e convenceu, sendo neste momento considerado o esteio da defesa sportinguista, onde defende como poucos, joga e até marca golos, é acarinhado por toda a massa associativa leonina, que o apelida de "Capitão América"...Onyewu mostra-se feliz nesta fase da sua carreira, e o Sporting agradece.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Politiquice e técnica de Comunicação rudimentar
O carácter de um verdadeiro sportinguista revela-se na adversidade, na clarividência para se ter a noção das nossas atitudes e acima de tudo na postura mental que se exige a quem diz que é do Sporting, mas não deste Sporting...como se fosse possível dissociar um do outro, mas neste caso as agendas políticas e pessoais, aliadas a um ego exacerbado não permitem mais.
O ex-candidato Bruno de Carvalho continua a percorrer a sua "Via Sacra", a destilar a sua animosidade contra uma só pessoa, o Presidente do Sporting Clube de Portugal, pessoa essa que tem tido a coragem de eclarecer os sócios acerca da realidade com que se deparou ao chegar ao clube, e que tem feito o melhor possível com os trunfos que tem ao seu dispor.
Nas vitórias o silêncio, nas derrotas ou empates o parasitismo do costume, num registo de politiquice bacoca, incorporado numa estratégia de Comunicação antiquada, pura e simplesmente rudimentar, onde o egocentrismo e ambição pessoal não têm, já o sabemos, quaisquer limites.
Interessa aparecer, falar, criticar, não deixar a "vela" apagar-se, o resto, a credibilidade, a postura, a calma, são palavras de dicionário, para ler porque estão lá, mas para não serem utilizadas no dia-a-dia, no sportinguismo...as suas recentes declarações à Lusa, são disso maior exemplo, a perfidez continua, impera, porque certas pessoas são assim mesmo.
Quem tanto trabalho teve a granjear apoios e capital de confiança, deixa-se dominar pelo ego, arruinando literalmente aquilo que conquistou, apoios, apoiantes, futuro, os tiros nos pés são tantos que os mesmos a esta altura devem, com toda a certeza, dar para escorrer esparguete, sendo grave, não deixa de ser cómico.
Olhando para determinadas situações e atitudes, remeto-me para os meus tempos de Liceu, onde era normal existirem comportamentos desta natureza, na vida adulta o caso torna-se preocupante, patológico, com laivos de desenquadramento a nível da mais básica sociabilização...há que saber que nesta vida vale sempre a pena tentar, mas não vale tudo.
São centenas ou mesmo milhares os apoiantes de tal individualidade, que hoje se penitenciam por terem apoiado e votado nesta linha de pensamento, nesta ambição sem limites, desses conheço dezenas deles, pessoalmente, e os sportinguistas, no seu todo e numa esmagadora maioria, não podem estar enganados...e sendo assim, o futuro de uns, a nível da nossa Instituição, acabou de forma irreversível.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
domingo, 8 de janeiro de 2012
Ainda a história do Público
Ontem, no jogo Sporting-FC Porto, um jornalista do Público foi impedido de entrar nas instalações do Alvalade XXI, mais do que se saber se tal jornal pediu ou não a respectiva acreditação em tempo útil, ou se o Sporting Clube de Portugal e os seus responsáveis "ripostaram" contra a notícia sobre as imagens do corredor de acesso aos balneários, cabe discutir o que é hoje Informação e o papel dos Órgãos de Comunicação Social.
Todos, ou quase todos conhecerão a notícia que tal jornal publicou, com honras de primeira página, o seu timing e o "interesse público" invocado pela Diretora daquela publicação (Bárbara Reis), num registo pouco dado a coincidências, e que serve, suspeita-se, os interesses de terceiros, mais concretamente os do clube do qual o proprietário do jornal é associado.
Hoje os Órgãos de Comunicação Social transformam a Informação em Entertenimento, a fluidez e simplicidade que deve nortear as notícias em algo desprovido de ética, profissionalismo e lucidez...disseca-se a tragédia, o infortúnio e as crises, porque as histórias com final feliz, onde o sucesso pessoal e humano vinga, não interessam divulgar...resumindo, não "vendem".
É pois de lamentar o rumo que a Informação tomou em Portugal nos últimos anos, desvirtuando tudo aquilo que tem a ver com a verdadeira essência de tal actividade, o acto puro e simples de informar, dá-se voz a jornalistas com competência profissional contestável, e mais grave, que defendem muitas vezes as suas "damas" e os interesses de terceiros.
Por último quero manifestar a minha total solidariedade, pessoal e institucional, para com a decisão tomada pelos responsáveis do Sporting Clube de Portugal, mais do que legal ou ilegal, ela é o direito mais elementar à defesa da honra e à indignação, Cristo dizia para oferecermos a outra face, fácil de dizer, difícil de fazer, especialmente para um clube que tem, a nível de Imprensa e não só, "apanhado" tanto nos últimos anos.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
Todos, ou quase todos conhecerão a notícia que tal jornal publicou, com honras de primeira página, o seu timing e o "interesse público" invocado pela Diretora daquela publicação (Bárbara Reis), num registo pouco dado a coincidências, e que serve, suspeita-se, os interesses de terceiros, mais concretamente os do clube do qual o proprietário do jornal é associado.
Hoje os Órgãos de Comunicação Social transformam a Informação em Entertenimento, a fluidez e simplicidade que deve nortear as notícias em algo desprovido de ética, profissionalismo e lucidez...disseca-se a tragédia, o infortúnio e as crises, porque as histórias com final feliz, onde o sucesso pessoal e humano vinga, não interessam divulgar...resumindo, não "vendem".
É pois de lamentar o rumo que a Informação tomou em Portugal nos últimos anos, desvirtuando tudo aquilo que tem a ver com a verdadeira essência de tal actividade, o acto puro e simples de informar, dá-se voz a jornalistas com competência profissional contestável, e mais grave, que defendem muitas vezes as suas "damas" e os interesses de terceiros.
Por último quero manifestar a minha total solidariedade, pessoal e institucional, para com a decisão tomada pelos responsáveis do Sporting Clube de Portugal, mais do que legal ou ilegal, ela é o direito mais elementar à defesa da honra e à indignação, Cristo dizia para oferecermos a outra face, fácil de dizer, difícil de fazer, especialmente para um clube que tem, a nível de Imprensa e não só, "apanhado" tanto nos últimos anos.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
sábado, 7 de janeiro de 2012
Hoje só interessa ganhar! Força Sporting!
Passam os minutos e a hora do grande clássico aproxima-se rapidamente, hoje o Estádio de Alvalade registará, garantidamente, a melhor assistência da época, o jogo seria sempre importante, mas para o Sporting, estando a seis pontos da liderança, reveste-se de uma importância quase decisiva.
A época desportiva da equipa de futebol do nosso clube está, até à data, a superar todas as expectativas, até as mais optimistas, e hoje estaremos sujeitos à situação maior que define os campeões, a pressão de vencer, de superar os limites, de dar tudo por tudo, não sendo um jogo de vida ou morte, é fundamental ganhar e convencer.
Aos jogadores do Sporting, à equipa técnica, aos dirigentes e administradores, e nunca esquecendo, aos adeptos sportinguistas que vão marcar presença em Alvalade, só resta uma coisa...acreditar, lutar, apoiar, como um que sou entre muitos milhares, farei aquilo que vos peço a todos, transcendam-se!!!
FORÇA SPORTING!!!
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
A Imprensa e a onda anti-Sporting
Podia ser exagero, soar a teoria da conspiração, mas penso que já foi transposta essa fase, o que parecia fruto do acaso é já hoje uma certeza, o objectivo dos Órgãos de Comunicação Social e de quem indirectamente deles colhe frutos e os influencia, é claro, diminuir o Sporting e não o deixar reocupar o lugar que é seu por direito próprio, histórico e natural.
Desde o início da época 2011-2012, a par dos bons resultados desportivos da equipa de futebol profissional, e da ideia de que o nosso clube ia lutar pela conquista da Liga, que tais manobras têm ganho corpo, peso e acima de tudo têm sido constantes, e cuja "insana" espiral que hoje registamos começou aquando da detenção de alguns elementos da Juventude Leonina.
Correio da Manhã, Record, Público e O Jogo (outros há) têm estado na linha da frente de tão vil campanha, transformando o que devia ser serviço de Informação, em entretenimento e calúnia, tudo para servirem os seus interesses economicistas, e mais grave, para satisfazerem os mais directos rivais do Sporting Clube de Portugal.
Parece-me óbvio que existe um "Movimento" camuflado, que tenta dar força a um sentimento de desestabilização, sentimento esse que esperam tais apologistas possa "minar" o Sporting, o seu trajecto e o seu sucesso enquanto Instituição, isto aproveitando o facto do nosso clube não ter influência na Imprensa, e de tal sector de actividade saber que os nossos rivais "vendem mais".
Desta vez foi o jornal Público, a "puxar" a história de umas supostas fotografias que forram hoje o corredor de acesso aos balneários, catalogando-as de violentas, xenófobas e incendiárias, tais imagens foram colocadas naquele local no começo da época, e por elas já passaram centenas de jogadores, dezenas de árbitros e dirigentes, e outras personalidades, de várias etnias, credos e nacionalidades, não se conhecendo até hoje a crítica de uma só dessas pessoas.
Sabemos bem o que interessa à Imprensa, aos seus accionistas, Directores e Editores, e aos clubes que têm ganho sistematicamente, à conta da fragilização do Sporting, peso no seio da arbitragem e Comunicação Social...o repto está lançado, há que ter coragem de perceber que o tempo do acaso já lá vai, e que o Sporting esta época, como clube potencialmente ganhador, tem tantos adversários e rivais dentro das quatro linhas, como fora delas.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Vídeo não oficial do plantel do Sporting 2011-2012
© Todos os direitos reservados, não deve ser difundido, partilhado, editado, cedido ou comercializado a terceiros sem a autorização prévia do criador (Ruben Proença de Amorim)
VÍDEO
Mercado - Encaixe financeiro com a 2ª linha?
Sabe-se que os responsáveis pelo futebol do Sporting não vão vender nenhuma das unidades "nucleares" da equipa em Janeiro, e não estarão muito receptivos a que isso aconteça também no final da corrente época, excepto se algumas das cláusulas de rescisão forem accionadas, a partir de Julho deste ano.
É no entanto urgente realizar algum encaixe financeiro com a venda de jogadores, neste caso os jogadores de 2ª linha do plantel entram, por razões desportivas e financeiras, nessa equação...Evaldo, Daniel Carriço, André Santos, Pereirinha, Matías Fernández e Bojinov são jogadores que têm algum Mercado, e que renderiam verbas próximas dos 20 milhões de euros.
Penso que o fortalecimento do plantel para 2012-2013, e uma parte significativa do Orçamento para essa época pode e deve passar por essa via alternativa, até para que a SAD não tenha de contrair empréstimos onerosos para "alimentar" o plantel principal na próxima temporada desportiva.
Cabe pois agir em consonância com tamanho objectivo, começando-se desde já a procurar alternativas e possíveis interessados nos jogadores do lote acima referido, e após essa fase, colmatar essas saídas com jogadores de maior qualidade, de preferência com custos reduzidos (jogadores livres ou cedidos pelo clube, e até emprestados, com ou sem direito de opção).
Na nossa Liga, e noutras do futebol internacional existem jogadores de qualidade, com esse tipo de perfil, um pouco à imagem do que aconteceu com Xandão e Ribas, e com Labyad, é aí que o Sporting precisa de investir em 2012-2013, numa lógica de fortalecimento gradual do plantel, e acima de tudo seguindo uma linha de rumo de Gestão rigorosa (desportiva e financeira) que permita maior desafogo na hora de comprar, esse parece-me portanto o caminho a seguir.
Saudações leoninas,
Ruben Proença de Amorim
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Entrevista com Fernando Machado
Ilustre sportinguista do Norte, nascido em 1977, homem de valores vincados, com um percurso académico e profissional de excelência, docente com várias especializações e com o grau de mestre, Fernando Machado é alguém que vive o Sporting e o sportinguismo com paixão e visão.
Ligado ao mundo do futebol, foi Vogal do FC Avintes, onde foi o Responsável pela Área Financeira, de 2010 a 2011, foi ainda comentador e analista desportivo no programa "A bola é redonda" do Porto Canal, de 2007 a 2011.
1- Como vê o momento actual
do Sporting, a nível do futebol?
Creio que Sporting ainda se
está a encontrar como equipa, com os jogadores a revelarem, jogo após jogo,
mais entrosamento entre si e melhor conhecimento da estratégia de Domingos. No
entanto, considero ser um momento muito bom pois o futebol que o Sporting já
pratica, apesar de estar ainda numa fase inicial dos novos processos e
metodologias, já permitiu recuperar a alegria dos sócios e adeptos. Renovamos a
nossa eterna paixão e voltamos a acreditar que é possível. Apesar de estarmos
no início, o Sporting está de volta!!!
2- A situação financeira do
clube preocupa-o?
Preocupa-me a situação financeira
do Clube como me preocupa a situação financeira de outras empresas e do país no
seu todo. Mas julgo que não devemos colocar as preocupações à frente da
confiança numa recuperação desejável e possível, quer a nível desportivo como
financeiro. Tal como na economia é fundamental o índice de confiança dos
consumidores, no Sporting é crucial o
índice de confiança dos Sportinguistas, que deve ser total. Se algum dia
deixarmos de acreditar no nosso valor e deixarmos de fazer jus à frase
proferida pelo Visconde de Alvalade, estão aí estaremos perto do abismo, algo
que nunca acontecerá. Eu acredito a todos os níveis e se assim não fosse não
teria participado activamente neste sucesso financeiro que foi a última
subscrição de obrigações do Sporting, com mais procura do que oferta!
3- É favorável à construção
do novo pavilhão desportivo e à cobertura do fosso do Estádio?
Sim, sou favorável à
construção do novo pavilhão. O Sporting é um exemplo nacional de eclectismo,
esse é um factor distintivo e o ADN do nosso Sporting. Não somos um clube
apenas de futebol, facto pelo qual devemos dar condições condignas a todas as
nossas modalidades para, em cada uma delas, sermos tão grandes como os maiores
da Europa. Só desta forma conseguiremos continuar a ser o Clube português com
mais títulos e o segundo da Europa. Mas em relação a este assunto estou
plenamente confiante que será adoptada a melhor solução a nível financeiro e
infra estrutural para o Clube. Aliás, saliento a mestria do trabalho que está a
ser executado pelo Mário Patrício. No que concerne à cobertura do fosso, creio
que é um assunto urgente, não só para melhorar a segurança dos adeptos do
Sporting, mas também porque considero que nos dias de hoje os fossos não fazem
qualquer sentido.
4- Qual a sua opinião sobre
um possível investimento de capital estrangeiro na SAD?
Acredito que o futuro dos
clubes portugueses passa por investimento de capital estrangeiro. Culturalmente
somos um povo avesso ao risco e às mudanças mais ou menos profundas. No
entanto, creio que caminhamos para aí, tal como acontece em Inglaterra, não
sendo esta alteração na gestão financeira dos clubes sinónimo de perda de
identidade. Se fizermos um paralelismo com o mundo empresarial, ninguém deseja
tanto o sucesso financeiro das empresas como os seus investidores. Estando no
futebol o sucesso financeiro intimamente ligado com o sucesso desportivo, tenho
para mim que o investidor, mais ou menos apaixonado pelo clube, deseja
resultados desportivos positivos, pois só assim recuperará o seu investimento
financeiro.
5- O que pensa do trabalho
desenvolvido pela actual Direção?
Devemos todos estar
extremamente satisfeitos pelo trabalho desenvolvido pela actual Direcção do
Sporting. Recuperamos a credibilidade dos mercados, o respeito dos adversários
e a confiança dos sócios e adeptos. Esta Direcção fez investimentos muito bons
a nível desportivo, nomeadamente nos excelentes reforços que nos fazem
acreditar. Não me recordo de um Clube contratar 16 jogadores e ter uma taxa de
sucesso de quase 100%. Um trabalho exemplar a este nível. Mas mais importante
do que tudo o resto foi recuperar a confiança leonina. Este ano respira-se
Sporting em Alvalade. Este ano voltei a arrepiar-me ao entrar no nosso
magnífico estádio, repleto de leões e leoas unidos por uma única causa, a sua
imensa paixão pelo Sporting. Isto é o Sporting, o mesmo que andou adormecido 4
ou 5 anos. O Sporting está de volta!
6-
Quais são, aos seus olhos, as maiores prioridades para o nosso clube em 2012?
Em
minha opinião a grande prioridade para 2012, bem como para os próximos anos, é
a contínua recuperação da alma e da confiança leonina e para tal precisamos de
vitórias, precisamos de títulos. Temos que recuperar o tempo perdido, facto
pelo qual é fundamental alimentar as crianças e os jovens sportinguistas de
títulos. Desta forma a paixão, o orgulho e a alegria de ser Sporting sai
fortalecido e garantimos o futuro do Sporting. E este Sporting tem que, de uma
vez por todas, ter uma visão global, apostando na angariação de sócios e adeptos
por todo o país. Os Sportinguistas de Lisboa, do Porto ou de Faro são iguais. O
Sporting tem que ser de Portugal e para isso é fundamental adoptar uma política
eficaz de fortalecimento dos núcleos.
Para
conquistar títulos será essencial não deixar sair em 2012 os jogadores base da
equipa de futebol, não só para permitir a maximização da sua valorização, mas
também para construir uma nova identidade para o Sporting que se possa
perpetuar pelos próximos anos.
Saudações
Leoninas,
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